12 de junho de 2010

Sai de mim, chulé!



Dia de moleza.
Ontem de manhã comecei a sentri minha garganta arranhar. O dia foi passando e a situação foi piorando. Para completar, peguei um sereno brabo, ao voltar do trabalho. Cheguei em casa acabada, com mais dor de gargante e com febre.
Tomei banho e fui dormir. Quero dizer, fui tentar dormir: nariz entupido, garganta ardendo, pés super gelados (por causa do frio)... Acordei assustada com meus vizinhos tocando essa maldita corneta que estam usando para torcer na Copa (estou começando a ficar com raiva da Copa rs). Estava totalmente desnorteada, tonta e cheia de dor. Não teve jeito: tive que tomar remédio (para mim, essa é a última opição).Fiquei o dia todo assim, a base de remédios.
A noitinha, fui encontrar uns amigos. Me arrependi (não de ter ido ver os amigos, mas de ter saído no sereno), quando cheguei, estava pior ainda (nossa isso é dramático rs). Então tomei meu remédio, comi, me agasalhei da cabeça aos pés (tô parecendo um esquimó rs).
Espero que amanhã eu acorde melhor, pois segunda preciso estar super bem para trabalhar (meu trabalho é tão legal que não gosto de faltar um dia).
Mas apesar de ter ficado assim por causa desse frio absurdo que está fazendo no Rio de Janeiro, queria que todos os dias fossem assim: frios e sem chuva. Acho que nasci no lugar errado. Não gosto de sol, calor, praia... sr
Contudo, o Rio será sempre minha paixão!

E para os que ficam, deixo-lhes a flor do asfalto!      Atchin! - Desculpem!

11 de junho de 2010

O mundo é um moinho


Sabe quando tudo está indo super bem, você acha que tudo está indo do jeito que você queria e que você acha que está fazendo tudo certo? Pois é, isso pode ser um enorme engano.
Uma palavra. Esse foi meu erro. Ter a curiosidade de ler uma coisa por causa de uma palavra. E descobrir que essa palavra não era uma qualquer e sim aquela que me fez ver que o mundo gira, que o tempo passa e que tudo acaba. Mas sabe o que mais me entristece? Saber que fui usada e não percebi isso. Não pense que falo de namoro, mas de palavras.
E pensar que fiquei madrugadas e madrugadas acordada pensando em como ajudar uma pessoa, que pensava que era minha amiga. Não me arrependo , em momento algum, de ter feito isso. Mas mentir para mim? Esconder coisas desnecessárias? E depois sei que dirá "Fiz isso para não te magoar.'. Por favor, poupe-me desses detalhes sórdidos. Isso me faz sentir tão boba e ridícula. 
Confiar nas pessoas sempre me causa isso: decepção.
Não posso me abater, preciso aprender a me acostumar com isso: indas e vindas, verdades e mentiras, sorrisos e lágrimas.
O que eu mais queria agora era ver uma flor ou uma borboleta. Porque são as únicas coisas que me fazem realmente feliz.

E para os que ficam, deixo-lhes a flor do asfalto!

Agulha na Veia


Terça fui ao Hemorio doar sangue. Nunca tinha doado, mas sempre tive vontade. Cheguei lá por volta de 12:30. Preenchi a ficha e os termos de responsabilidade e esperei, esperei, esperei...
Até que minha vez de ir ao ambulatório chegou. A médica mediu minha pressão, glicose, peso, altura e algumas outras coisas, que não me recordo agora. Depois disso recebi um lanchinho (suco, biscoite e bala), comi com tanta vontade, porque ainda não tinha almoçado e estava morrendo de fome sr.
E novamente esperei, esperei, esperei... em uma outra sala de espera. Meu número era o 565. Quando chegou o 564, pularam direto para o 570. Não entendi nada e fui perguntar. Ao bater na porta, uma mulher me atendeu de maneira super grossa e depois bateu a porta na minha cara. Fiquei tão irada, mas depois pensei bem e não valia a pena me chatear após tanto tempo de espera. Aí veio uma menina, super bonitinha e simpática, me recebeu e pediu para que eu sentasse.
Como tinha um rapaz ao meu lado e a enfermeira já estava atendendo a ele, tive que esperar mais um pouquinho (mais nada comparado até eu conseguir chegar ali dentro). Até que, finalmente minha vez chegou (Eu não sei por que, mas adoro tirar sangue, desde pequena. Nunca chorei ou me importei).
Agulha na veia e sangue jorrando.Foi tão rápido que até me assustei, deomorou exatamente e somente 4 minutos. O rapaz, que já estava lá dentroantes de mim, demorou 12 minutos. Enfim, meu fluxo é forte. Mas acho que isso não tem tanta importãncia agora rs.
O melhor veio depois. Recebi outro lanche, agora mais caprichado: suco de laranja, Toddynho, bolo, biscoito e um salgado. Nossa, fiquei empaturrada. Mas não posso negar: é uma delícia.
 Depois dali fui para minha casa. Cheguei e dormi muito, estava meio fraca.
Mas o que me deixa mais chateada é que tenho quase certeza que meu sangue não vai servir, porque tenho um pouco de anemia. Não tem problema, o que vale é a intensão.

E aconselho a todos vocês a doarem também, pois os estoques estam precisando muito da ajuda de todos!

E para os que ficam, deixo-lhes a flor do asfalto!

2 de junho de 2010

Neguinha do Cabelo Duro





Meu black: minha paixão, meu estilo, minha identidade!
Ter um black assim é para quem tem atitude.
Fato é: as pessoas não estão muito acostumadas em assumir o que realmente são. Então se você resolve não enriquecer mais as fábricas de alisantes e chapinhas, muitas te olham estranho, como se ter o seu cabelo natural fosse um crime.Eu, finalmente, após me libertar dessa grande ilusão, resolvi soltar minhas madeixas e ser o que realmente sou e gosto.
A vergonha e o 'querer ser igual aos outros' fazem com que muitas pessoas se escondam atrás do que a mídia diz ser bonito. Esses tais padrões que alienam cada vez mais o povo : a magreza perfeita, o cabelo mais artificial, as roupas mais caras, blá, blá, blá... Mas o que é ser perfeito? Ter uma aparência bonita e não saber sequer conjulgar um verbo? Não, obrigada, prefiro continuar eternamente imperfeita.
Podem rir, zoar ou criticar. Mas uma coisa é certa: não me vendo tão facilmente a um mundo de ilusões e aparências. Prefiro meu jeitinho irreverente.
Bom, e para os que vivem nesse mundinho, sinto muito informar: tudo isso um dia vai acabar.

E para os que ficam, deixo-lhes a flor do asfalto!