Terça fui ao Hemorio doar sangue. Nunca tinha doado, mas sempre tive vontade. Cheguei lá por volta de 12:30. Preenchi a ficha e os termos de responsabilidade e esperei, esperei, esperei...
Até que minha vez de ir ao ambulatório chegou. A médica mediu minha pressão, glicose, peso, altura e algumas outras coisas, que não me recordo agora. Depois disso recebi um lanchinho (suco, biscoite e bala), comi com tanta vontade, porque ainda não tinha almoçado e estava morrendo de fome sr.
E novamente esperei, esperei, esperei... em uma outra sala de espera. Meu número era o 565. Quando chegou o 564, pularam direto para o 570. Não entendi nada e fui perguntar. Ao bater na porta, uma mulher me atendeu de maneira super grossa e depois bateu a porta na minha cara. Fiquei tão irada, mas depois pensei bem e não valia a pena me chatear após tanto tempo de espera. Aí veio uma menina, super bonitinha e simpática, me recebeu e pediu para que eu sentasse.
Como tinha um rapaz ao meu lado e a enfermeira já estava atendendo a ele, tive que esperar mais um pouquinho (mais nada comparado até eu conseguir chegar ali dentro). Até que, finalmente minha vez chegou (Eu não sei por que, mas adoro tirar sangue, desde pequena. Nunca chorei ou me importei).
Agulha na veia e sangue jorrando.Foi tão rápido que até me assustei, deomorou exatamente e somente 4 minutos. O rapaz, que já estava lá dentroantes de mim, demorou 12 minutos. Enfim, meu fluxo é forte. Mas acho que isso não tem tanta importãncia agora rs.
O melhor veio depois. Recebi outro lanche, agora mais caprichado: suco de laranja, Toddynho, bolo, biscoito e um salgado. Nossa, fiquei empaturrada. Mas não posso negar: é uma delícia.
Depois dali fui para minha casa. Cheguei e dormi muito, estava meio fraca.
Mas o que me deixa mais chateada é que tenho quase certeza que meu sangue não vai servir, porque tenho um pouco de anemia. Não tem problema, o que vale é a intensão.
E aconselho a todos vocês a doarem também, pois os estoques estam precisando muito da ajuda de todos!
E para os que ficam, deixo-lhes a flor do asfalto!